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Competitive Intelligence e Marketing Intelligence


Marketing Intelligence e Competitive Intelligence são tipos complementares de informação acionável que podem ajudar na tomada de melhores decisões sobre a forma de comercializar produtos e serviços.

Marketing Intelligence refere-se à informação sobre os mercados de uma empresa, concorrentes e clientes. A empresa observa que, embora as informações sobre os concorrentes faça parte de Marketing Intelligence, a disciplina da Competitive Intelligence requer conhecimentos especializados.

O objetivo de Marketing Intelligence é ajudar a aumentar a receita pela entrada em novos mercados ou melhorar o desempenho nos mercados existentes. Marketing Intelligence oferece à empresa informações sobre o ambiente do mercado externo, incluindo dimensão de mercado, atividade competitiva, as tendências de vendas do produto ou serviço, e crescimento de mercado.

Marketing Intelligence eficaz pode aumentar as oportunidades de vendas e minimizar o risco de falhas, ajudando a desenvolver produtos ou serviços sob medida para atender às necessidades dos clientes.

Podem-se adquirir dados de Marketing Intelligence por meio da análise de registos de vendas e relatórios de pesquisa publicados mercado, entrevistando clientes, procurando informações on-line do mercado, por exemplo.

Marketing Intelligence deve ser uma atividade contínua, que permite acompanhar as mudanças no mercado e adaptar o seu marketing para o novo ambiente. Por exemplo, se achar que as vendas on-line em determinada categoria de produto estão a superar as vendas de lojas de retalho, pode decidir investir em e-commerce, em vez de apoio de retalho.

Competitive Intelligence é a recolha legal e ética e análise de informações sobre as capacidades, vulnerabilidades e intenções dos concorrentes do negócio.

Permiteque avaliar o nível de ameaça competitiva para o negócio e fornece um aviso precoce de alterações no ambiente competitivo que o podem afetar.

Competitive Intelligence ajuda a tomar melhores decisões sobre alterações em produtos, estratégias de marketing e atividades promocionais para que se possa lidar eficazmente com as ameaças competitivas.

Concorrentes de monitoramento

Os profissionais de inteligência estratégica e competitiva da sociedade observam que as empresas devem adquirir Competitive Intelligence de uma forma legal e ética. Não é uma forma de espionagem. No entanto, a Competitive Intelligence é o tipo mais difícil de informações para adquirir.

Pode-se obter uma quantidade limitada de informações publicadas em planos de novos produtos, clientes e estratégias em sites da empresa ou em relatórios dos analistas concorrentes. Os clientes também podem estar dispostos a compartilhar informações sobre os concorrentes com a equipa de vendas.

Competitive Intelligence

Competitive Intelligence

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Menos Palpite… Mais IC!


“Hoje, informação é commodity. Consome-se muita informação. Mas à análise, poucos têm acesso”, afirmou o diretor da Knowtec, Giancarlo Proença. Ele ensina como é possível gerir o caos do excesso de informação por meio da Inteligência Competitiva, fugir dos “palpiteiros” e alerta: “o facto é que, nesse exato momento, o seu concorrente pode estar a ler um relatório de Intelligence que fala da sua empresa. E você: está preparado para reagir à altura?”.

Para sustentar uma posição de vantagem competitiva na era do conhecimento, da hiper-concorrência e do excesso de informação, os profissionais precisam de desenvolver competências para explorar informações e convertê-las em Intelligence para apoiar o processo de tomada de decisão estratégica e tática da empresa. A fim de mitigar os riscos associados a tomada de decisão e de aumentar a performance da empresa, a Intellignece é um dos principais ativos estratégicos das organizações hoje.

A prática de Inteligência Competitiva é relativamente recente, pouco praticada ou ainda empregada de forma desestruturada. Desta forma, a estruturação da prática e a transformação de informações em Intelligence,  podem contribuir para a sustentação da vantagem competitiva da empresa.

A ideia é transformar as informações que a empresa recolhe, direcionada para os decisores, dentro das características que atendem especificamente às necessidades de cada um, com o objetivo de diminuir o risco associado à tomada de decisão executiva. Em suma, por meio de processos e ferramentas de Inteligência Competitiva, os decisores podem tomar decisões mais informadas, com menores riscos.


A Crise Internacional: Hora de Investir em Inteligência Competitiva


Vivemos uma crise económico-financeira sem precedentes na história da humanidade.

Muitos analistas comparam esta com a crise de 1929, no entanto estamos perante algo muito mais complexo, pois a envolvente é muito diferente. O avanço das tecnologias de informação e de comunicação é possívelmente o principal fator para uma grande diferença. As TIC geram, além de impactos sistémicos com uma velocidade superior à vivida no passado, um ambiente de hiperinformação

Os tomadores de decisão, apesar de terem acesso e receberem muita informação diariamente, reclamam da falta de informação, uuma vez que o excesso de informação gera esta falta de informação. O ambiente de hiperinformação dificulta a identificação da informação que realmente faz a diferença.

Em épocas de crise, como a que vivemos, ter acesso a esta informação faz a diferença, pois torna-se primordial para o sucesso do processo de tomada de decisão e muitas vezes até para a sobrevivência da organização.

Além disso, o que os decisores precisam, principalmente em momentos de crise, não é de qualquer informação, mas da informação certa, na hora certa, para a tomada de decisão certa. Ou seja, necessitam daquela informação que faz a diferença e possibilita a geração de vantagem competitiva para a organização.

Outro ponto que merece destaque nesse ambiente de crise é o aumento do grau de incerteza gerado pela própria crise. Se antes a incerteza já era grande hoje em dia ela é maior ainda. Sendo assim, as organizações que possuírem a capacidade de identificar, com clareza, as ameaças e as oportunidades existentes no ambiente antes dos seus concorrestes e se movam antes deles, desenvolverão vantagem competitiva sobre os demais.

É nos momentos de crise que a Inteligência Competitiva se torna um bem muito valioso para uma organização, pois garante a produção permanete de conhecimento acionável, ou seja Intelligence.
Produzir informações que tanto auxiliam na tomada de decisão diária quanto na elaboração de estratégias é primordial. Não se deve esquecer que esta crise não vai durar para sempre, e certamente no futuro entraremos num novo ciclo de crescimento. Para tal, é necessário estar preparado, ou seja, além de administrar os tempos difíceis deve-se reservar algum tempo para planear o amanhã.
Também nesse momento de crise a atividade de Inteligência Competitiva é um dos melhores instrumento a ser utilizado pelos decisores, pois fornece avaliação, de forma objetiva e contínua, da posição competitiva atual e futura da empresa. Responde as questões formuladas pelos decisores, como por exemplo: O que devo fazer? Reduzo minha produção? Faço investimentos? Não faço nada até termos mais clareza? Que parcerias devo firmar? Quais as consequências destes atos no meu negócio? O que o meu concorrente fará?
A Inteligência Competitiva auxilia na identificação antecipada das possíveis mudanças que poderão ocorrer na indústria bem como prevenir surpresas tecnológicas e de todo o macroambiente que possam impactar a organização. Desenvolve, por meio do monitoramento do ambiente e analise dos atores, melhor entendimento sobre a capacidade atual e futura dos concorrentes e clientes, bem como das entidades governamentais, fornecedores, entre outros atores que possam também impactar o negócio da organização.

Com base na Intelligence produzida a organização possui as informações necessárias para reduzir o risco associado à tomada de decisão, neste ambiente incerto de crise. Mas para tal, é necessário possuir profissionais capacitados e com experiência para identificar os sinais fracos existentes no mercado, as estratégias dos atores e antecipar movimentos mesmo num ambiente de grande incerteza.

Lembramos que a atividade de Intelligence se refere a um processo intelectual de produção de informações que somente o ser humano pode desenvolver, as tecnologias disponíveis podem ajudar, mas quem faz a diferença é a mente preparada do analista de Inteligência Competitiva experiente e capacitado para desenvolver essa missão. Por meio da utilização correta dos métodos e ferramentas da IC o analista de Inteligência Competitiva produz o conhecimento que os decisores necessitam.
Não somente na guerra, mas também nos negócios, podemos até perder algumas “batalhas”, por nos deparamos com adversários melhores e mais preparados do que nós, mas sermos surpreendidos isso é inconcebível. Se não quer ser surpreendido, mesmo num ambiente de crise, o caminho é investir em Inteligência Competitiva. Com investimentos em Inteligência Competitiva a organização estará certamente mais preparada para enfrentar o futuro incerto, evitará as surpresas e estará mais forte quando a crise acabar.

Inteligência Competitiva


Intelligence no Mundo Atual


Competitive Intelligence

A atividade de Intelligence é discutida, estudada e aplicada no mundo atual. Existe desde os tempos biblicos, quando Moisés enviou espiões para lhe trazer dados sobre o que poderia ser a “Terra Prometida”. É impossível também imaginar como é que os romanos manteriam o seu império, sem dados pertinentes e confiáveis. Também seria muito difícil para os exploradores portugueses sem os conhecimentos da Escola de Sagres.

Foi nas Guerras Mundiais que a Inteligência Competitiva se desenvoleu e afirmou, principalmente, na Segunda Guerra Mundial e durante a Guerra Fria.

A realidade é que o número de informações nas últimas duas décadas, cresceu mais que nos últimos cinco mil anos.

Nas últimas décadas, surgiram diferentes denominações, tais como: Business Intelligence, Inteligência Organizacional, Inteligência de Estado, Inteligência Militar, Inteligência de Mercado, Inteligência Empresarial, Inteligência Económica… No entanto, tudo é uma adaptação da atividade de Inteligência. Todas estas denominações visam um mesmo objetivo, a competitividade. Daí a Inteligência Competitiva.

A atividade de Intelligence é já um facto consumado. É um campo que cresce dia a dia com a necessidade de diminuir as incertezas e melhorar a projeção das organizações no futuro. Sem conhecimentos pernitentes e confiáveis, dificilmente será feito um planeamento estrategico que permita alcançar os objetivos estabelecidos.

O processo de globalização provocou significativas mudanças no relacionamento entre as organizações. Não há, provavelmente, mais lugar para métodos tradicionais que não evoluíram com a eficiência e eficácia exigida pela interligação das conjunturas interna e externa, promovendo ampla conectividade e partilha de dados, informações e conhecimentos.

Perante novas procuras sociais, económicas, políticas, tecnológicas e militares e de situações cada vez mais complexas, as empresas e organizações devem valer-se de profissionais competentes de Inteligência Competitiva e de novos métodos, técnicas e ferramentas que auxiliem a produção do conhecimento.

Há uma imensa “massa de informações” com a qual o profissional de Inteligência Competitiva tem que lidar no seu trabalho, seja na produção ou na proteção dos conhecimentos.

As Organizções precisam de saber contra o que se proteger, quais são as ameaças e o que fazer, quais são os controlos e medidas a serem empregadas. Para isso, é importante estabelecer diretrizes, normas e procedimentos compreensíveis e executáveis, baseados numa autoavaliação real e objetiva.

Todas as oportunidades devem ser aproveitadas para abordar assuntos relativos à segurança. As ameaças e os riscos devem ser abordados e a comunicação bilateral estimulada, pois como normalmente se diz, o facto do problema não ser do conhecimento de todos, não significa que não exista.

Assim, há a necessidade, antes de tudo, de executar um programa que eduque os integrantes de uma organização ou empresa. Que simplesmente não só sugira medidas de segurança, mas que mude a mentalidade da corporação, pois a segurança não depende apenas da tecnologia, mas talvez, muito mais das pessoas. Do comprometimento de todos. Para isso é imprescindível a seleção e o constante treino das pessoas. Mais do que nunca, hoje a segurança é um fator estratégico.

O segredo para resultados imediatos está na consciência e na educação, pois produzir um conhecimento de Intelligence e implementar medidas de segurança é uma questão de atitude.

 

 

 


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