Tag Archives: Inovação

Você é avestruz, galinha ou águia?


Inovação

O consultor em estratégia Ricardo Neves falou sobre os caminhos necessários para chegar ao futuro desejável

Tem telemóvel? Foi com esta pergunta, aparentemente banal, que Ricardo Neves começou sua apresentação na palestra.

Há dez anos, esta pergunta faria sentido, pois a popularização do equipamento não era tão grande como atualmente. Por isso, a segunda pergunta de Ricardo foi sobre quem ali tinha um tablet, 30% da plateia respondeu que possuía o aparelho.

As mudanças são rápidas e, prometem ser ainda mais velozes. As empresas ou mesmo as pessoas podem ter três tipos de atitudes, semelhantes a estas aves:

– Avestruz: enterra a cabeça embaixo da terra e resiste às mudanças;

– galinha: não ousa, segue o fluxo. Como dizem, de grão em grão, ela enche o papo, mas, infelizmente, mais cedo ou mais tarde vai para a panela.

– águia: ousada, muda a rota de voo sempre que for necessário, para se adaptar às mudanças.

Algumas empresas já passaram por este processo de transformação. Quem se adaptou e abriu as portas para a era digital não ficou pelo caminho. Ao surgir uma inovação, uma ruptura de antigos processos, há, também, os processos de decadência, estagnação ou ascensão.

Segundo Ricardo Neves, os países que adaptarem as suas políticas públicas à contenção de impostos, à transparência e à qualidade de serviços prestados serão chamados de “Governo 2.0”.

Outro desafio a ser encarado até 2020 é o da sustentabilidade. Procurar métodos de expelir menos CO² pode ser o caminho. Neves apresentou o exemplo da Alemanha, país que tem a meta de até 2021, zerar a utilização de energia nuclear, apostando principalmente na energia solar.

A gestão de conhecimento também fará muita diferença nas empresas que nela investirem nos próximos anos. Quem recrutar e reter bons “cérebros”, que gostam de inovar, terá um grande diferencial nos próximos anos.

Além dos setores da economia sobre os quais aprendemos desde os tempos de escola (terciário, secundário e primário), outros dois já surgiram graças a esta valorização do capital humano: o quinário, que é o da criatividade e propriedade intelectual, e o quaternário, que gere, principalmente, bancos de dados.

Para que uma empresa cresça nesta década promissora, seguem três dicas de Ricardo Neves:

  • Pense fora da caixa: ouça opiniões diferentes, mesmo que elas pareçam loucas, celebre a diversidade.
  • Inove: se utilizar as fórmulas do passado, você pode se estagnar, procure novas formas de se tornar um campeão.
  • Ouse: mesmo que isso represente ter de dizer para o chefe que ele está errado, a empresa pode crescer com sua atitude.
Anúncios

Inovação para ser Competitivo


As novas e crescentes exigências e os inesperados desafios do mundo atual exigem que se pense de  uma forma diferente.

Assim, a inovação é, hoje, um dos principais fatores que determina a competitividade de setores, países e empresas.

Deve-se entender, porém, que inovação não é algo que ocorre apenas em países desenvolvidos e em indústrias de alta tecnologia. O processo inovativo ocorre, principalmente, quando a empresa domina e implementa o design e a produção de bens e serviços que sejam novos para ela, independente do facto de serem novos ou não para os seus concorrentes. Neste contexto, grande parte das empresas reconhece que a inovação é fundamental para alcançar ou sustentar a competitividade num mercado em acelerada transformação.

 

“Inovação distingue entre um líder e um seguidor”  Steve Jobs

 


A Moda do Empreendedorismo


O empreendedorismo é uma revolução silenciosa, que será para o século XXI mais que a revolução industrial foi para o século XX” (Timmons, 1990)

Empreendedorismo + Inovação = Prosperidade

 O “velho” Modelo Económico (Era da Manufatura):

  • Conduzido pelos modelos clássicos;
  • Recursos escassos eram materiais raros;
  • Força do trabalho;
  • Retorno pequeno;
  • Economias de escala;
  • Barreiras à entrada;
  • Ativos físicos e
  • Sobrevivência dos maiores.

O “novo” Modelo Económico (Era da Inovação e Empreendedorismo):

  • Conduzido por novos modelos de negócio;
  • Recursos escassos são a imaginação e o conhecimento;
  • Retorno maior;
  • Poucas barreiras à entrada;
  • Ativos intelectuais;
  • Poder do conhecimento e
  • Sobrevivência dos mais rápidos.

Fatores associados com maiores níveis de atividade empreendedora:

  • Perceção da oportunidade;
  • Fatores sociais e culturais;
  • Educação;
  • Participação das mulheres;
  • Experiência;
  • Suporte financeiro para start-ups

O empreendedorismo é o envolvimento de pessoas e processos.

O empreendedor é aquele que percebe uma oportunidade e cria meios para persegui-la.

O processo empreendedor envolve todas as funções, açõe e atividades associadas com a perceção de oportunidades e a criação de meios para persegui-las.

Mas afinal quem é o empreendedor?

O empreendedor é aquele que destroi a ordem económica existente através da introdução de novos produtos, ou pela exploração de novos recursos e materiais” Joseph Schumpeter

É aquele que faz acontecer, se antecipa aos factos e tem uma visão futura da organização” José Dornelas

As definições de empreendedor são inumeras, no entanto em todas elas estão latentes os seguintes aspetos:

  • Iniciativa para criar/inovar e paixão pelo que faz;
  • Utilização dos recursos disponíveis de forma criativa, transformando o ambiente social e económico onde vive;
  • Aceitação em assumir riscos e a possibilidade de fracassar

Empreendedor


Bibliografia sobre Inteligência Competitiva


Segue uma série de bibliogafias sobre os temas de Inteligência Competitiva e assuntos relacionados.

Espero ser-vos útil. BOA LEITURA!

 

 

ABIN. História da Inteligência. Disponível em: http://www.abin.gov.br/modules/mastop_publish/?tac=Hist%F3ria_da_Intelig%EAncia.

ABRAIC, 2010. Curso de Analista de Inteligência Competitiva.. Disponível em: http://abraic.webaula.com.br/shopping/. Realizado em janeiro de 2010.

ABRAIC. Perguntas Frequentes sobre Inteligência Competitiva. Disponível em: http://www.abraic.org.br/v2/conteudo.asp?c=12. Acessado em: 20/11/2009.

ACADEMY of Competitive Intelligence. War Games. Disponível em: http://www.academyci.com/InHouse/wargames.html.

ALVO Conhecimento, 2008. Você sabe o que é Data Warehouse?. Disponível em: http://www.alvoconhecimento.com.br/index.php/2008/04/02/voce-sabe-o-que-e-data-warehouse. Acessado em: 07/11/2009

ARANTES, Eliezer da Costa. Gestão Estratégica. Saraiva, 2007.

AZAMBUJA; Crescêncio; Dalfovo, Azambuja e Dias. Gestão do Conhecimento e Inteligência Competitiva. Universidade Regional de Blumenau (FURB).

BAGUETE, 2009. Inteligência Competitiva não é BI e nem Pesquisa. Disponível em: http://www.baguete.com.br/colunasDetalhes.php?id=3173. Acessado em:19/10/09

BARRETO, Julio Cezar Leite da Silva. Definição dos objetivos para um jogo de guerra. Revista da Escola de Guerra Naval.

CANONGIA, M. Santos; Zackiewicz. Foresight, Inteligência Competitiva e Gestão do Conhecimento: Instrumentos Para A Gestão Da Inovação. Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), 2004.

CARVALHO, Gomes de. GESTÃO DO CONHECIMENTO E INTELIGÊNCIA COMPETITIVA: SISTEMAS COMPLEMENTARES.

CASTRO, Davi Rogério da Silva. Modelagem de Processos em Jogos de Guerra. Air & Space, ano 2005.

CHUSSIL, Mark. Business War Games. VOLUME 1 EDIÇÃO 19. 2009. Disponível em: http://www.imakenews.com/scip2/e_article000106073.cfm.

CASTELLS, Manuel. Sociedade em Redes, 2007.

CLAUSEWITZ, Carl Von. Da Guerra. Martins Fontes, 1996.

CLAVELL, James. A Arte da Guerra, Sun Tzu, 2000.

D’AVENI, Richard A., Hipercompetição Campus, 1994.

DAMINIANI, Wagner Bronze. Gestão de dados: um Levantamento de seu Estado-da-Arte.  Administração de São Paulo da Fundação Getulio Vargas Disponível em: http://www.damiani.net/gestaodedados.pdf.

Eiji, Gustavo Kaneto. Teoria dos Jogos e Estratégia Evolutivamente Estável (EEE). 1999. Disponível em: http://www.ib.usp.br/~gkaneto/eee.htm.

FERNANDES, Fausto. 2009. BI otimiza processos de vendas da Coca-Cola. Disponível em: http://www.metaanalise.com.br/inteligenciademercado/content/view/2413/49.

TAVARES, Mario Luiz Ferreira. Definição de estratégia. 2009. Disponível em: http://www.administradores.com.br/artigos/conceito_de_estrategia/28357/.

FAÇA diferente, 2009. Sistema de Inteligência Competitiva ganha versão 2.0. Disponível em: http://www.facadiferente.sebrae.com.br/2009/06/26/sebraesc-lanca-versao-20-de-sistema-de-inteligencia/.

FULD & Company. What Competitive Intelligence is and is not!. Disponível em: http://www.fuld.com.

FULD, Leonard. The secret language of Competitive Intelligence. Philip Klotler. Campus. 2007

O quebra-cabeça da concorrência na era da internet. HSM Management, 2007. Disponível em: http://br.hsmglobal.com/adjuntos/14/documentos/000/061/0000061735.pdf.

­­Armas para a Guerra. Special Management Program. Disponível em: http://proalexandre.googlepages.com/HSM_InteligenciaCompetitiva_Armasparaaguerra.doc.

GIANNINI, Roberto; Antunes, Adelaide; Borschiver, Suzana; Chaves, Hélia; Gaspar, Anaíza; Pereira, Maria De Nazaré Freitas; Canongia, Claudia. Potencialidades das Ferramentas de Inteligência Competitiva da Gestão do Conhecimento: Tratamento Automático da Informação em Catalisadores para a Indústria de Poliolefinas. Disponível em: http://www.abraic.org.br/V2/periodicos_teses/ic_a35.pdf.

Global Internet Audience Surpasses 1 Billion Visitors. Disponível em: http://www.comscore.com/Press_Events/Press_Releases/2009/1/Global_Internet_Audience_1_Billion.

INTER-PONTA. Como surgiu a internet. Disponível em: http://www.interponta.com.br/~tutorial/suporte/comosuriguainternet.htm.

JOHNSON, Erik. What is Competitive Intelligence?. Disponível em: http://www.aurorawdc.com/arj_cics_whatisci.htm.

MARQUES, Luciana. O processo de implementação do modelo de inteligência competitiva. Conferência Internacional. São Paulo, 2007.

Marques, Guilherme de Azevedo; Sabóia, Gustavo Fontenele e Silva; Fernandes, Henrique Carvalho e Ferreira, Jorge da Silva. Dissuasão de Entrada, Teoria dos Jogos e Michel Porter – Convergências Teóricas, Diferenças e Aplicações à Administração Estratégicas. PUC – Rio. Disponível em: http://www.guilhermeazevedo.com/public/dissuacaodeentr.PDF.

MENDES, Gilmar de Melo. A Teoria dos Jogos e o “Equilíbrio de Nash”. Disponível em: http://igc.infonet.com.br/imprimir.asp?codigo=6140&catalogo=5&inicio=30.

MENTOR CONSULTING. Capacitação de Analistas de Inteligência de Mercado. 2008.

METAANALISE, 2009. BI da IBM beneficia estratégias da FEMSA, Cyrela e Banco Bonsucesso. Disponível em: http://www.metaanalise.com.br/inteligenciademercado/palavra-aberta/melhores-praticas/bi-da-ibm-beneficia-estrat-gias-da-femsa-cyrela-e-banco-bonsucesso.html.

MENDES, Antonio, da Silva Filho. Era da Informação. Revista Espaço Acadêmico. Ano 1. n 2. Julho de 2001. Disponível em: http://www.espacoacademico.com.br/002/02col_mendes.htm.

NEVES, José de Souza. A anatomia de um jogo de guerra didático. Revista da Escola de Guerra Naval.

Net Saber. Biografias. Henry Ford. Disponível em: http://www.netsaber.com.br/biografias/ver_biografia_c_369.html.

ORNELAS, Ana Carolina. War Games., 2007. IC News, Anos I, n. 05. ABRAIC.

Wargaming: Fundaments para sua empresa pensar seus concorrentes. Conferência Internacional. São Paulo, 2007.

­­O que é Inteligência Competitiva? Disponível em: http://www.inteligenciacompetitiva.pro.br/index.php?acao=artigos&id=60&pag=1.

8 passos para implantar Inteligência Competitiva na sua empresa. Inteligência Competitiva. Disponível em: http://www.inteligenciacompetitiva.pro.br/?acao=artigos&id=80&pag=1.

Inteligência Competitiva na prática. Disponível em: http://www.inteligenciacompetitiva.pro.br/?acao=artigos&id=76&pag=1.

POMIM, Marta Ligia Valentim. Inteligência Competitiva em Organizações: dado, informação e conhecimento. Revista de Ciência da Informação – v.3  n.4. Disponível em: http://dgz.org.br/ago02/Art_02.htm.

Homem no Fogão e Mulher na Gestão, Alfredo Passos, LCTE

Estratégia Competitiva. Campus, 1989.

SANSON, Rafael; Colatto, Matheus M; Prado, Sergio do; Facin, Rogério. Jogos de Empresas Pesquisa, Visão Teórica de Implementação.

Inteligência Competitiva na Prática, John E. Prescott e Stephen H. Miller, Editora Campus

Inteligência Empresarial – Atacando e Defendendo, Hélio Santiago Vaitsman, Editora Interciência, Ano: 2001

Inteligência Competitiva de Mercado, Rogério Garber, Editora Letras

Espionagem Empresarial, Avi Dvir, Editora Nova Tec (11) 6979-0071

Prospectiva – A Chave para o Planeamento Estratégico, Raul José dos Santos Grumbach

 

 


Empreendedorismo – O que fazer para ser mais empreendedor?


Após um fim de semana, em que um dos pontos centrais foi o Emprego e Empreendedorismo, no Congresso da Interioridade em Cinfães, pensei em criar um post sobre o tema, sobre o que é, afinal, o empreendedorismo e o que é ser empreendedor.

Assim, define-se empreendedorismo como um processo criador de algo diferente e inovador, sendo o estudo voltado para o desenvolvimento de competências e habilidades relacionadas à criação de um projeto (técnico, científico ou empresarial). Tem origem no termo empreender que significa realizar, fazer ou executar.

A essência do empreededorismo está na perceção e aproveitamento das oportunidades, criando formas de fazer diferentes, no uso dos recursos.

O empreendedorismo é essencial para a geração de riquezas dentro de um país, promovendo o crescimento económico, melhorando as condições de vida da população, sendo um fator importantíssimo para gerar riqueza e receita.

Em qualquer definição de empreendedorismo, encontram-se sempre os seguintes aspetos referentes ao empreendedor:
– Iniciativa para criar/inovar e paixão pelo que faz;
– Utilização dos recursos disponíveis de forma criativa, transformando o ambiente social e económico onde vive;
– Aceita assumir os riscos e a possibilidade de fracassar.

No entanto, arrisco a dizer algumas características que transformam um empreendedor num vencedor:

INICIATIVA
O empreendedor não espera que os outros resolvam os seus problemas, gosta de ser ele a iniciar as coisas novas. A iniciativa é a capacidade de agir quando surge um problema, arregaçando as mangas, partindo em rumo da solução.

AUTO-CONFIANÇA
O empreendedor tem auto-confiança, isto é, acredita em si mesmo. Se não acreditasse, seria difícil para ele tomar a iniciativa. A crença em si mesmo faz o indivíduo arriscar mais, ousar e oferecer-se para realizar tarefas desafiadoras.

ACEITAÇÃO DO RISCO
O empreendedor aceita riscos, no entanto é cauteloso e precavido, partindo do principio que não existe sucesso sem uma dose de risco.

NÃO TEMER O FRACASSO E A REJEIÇÃO
O empreendedor fará tudo o que for necessário para não fracassar, mas não é atormentado pelo medo paralisante do fracasso.

DECISÃO E RESPONSABILIDADE
O empreendedor não esperA que os outros decidam por ele, toma decisões e aceita as responsabilidades que acarretam.

ENERGIA
É necessária uma grande dose de energia para se lançar em novas realizações, empreendedor dispõe desta reserva de energia, vinda provavelmente de seu entusiasmo e motivação.

AUTO-MOTIVAÇÃO E ENTUSIASMO
O empreendedor tem uma elevada quota auto-motivação relacionada com desafios e tarefas em que acredita. Não necessita de prémios externos, como compensação financeira. Como consequência da sua motivação, o empreendedor possui um grande entusiasmo pelas suas idéias e projetos.

TRABALHO EM EQUIPA
O empreendedor sabe que trabalhar sozinho não será vantajoso para as suas ideias e para o seu projeto, assim, ele cria equipas, delega, acredita nos outros e obtém resultados.

OTIMISMO
Ser otimista não tem de ser necessariamente sonhador ou iludido, o empreendedor acredita, nas possibilidades que o mundo oferece, acredita na possibilidade de solução dos problemas e acredita no potencial de desenvolvimento.

PERSISTÊNCIA
O empreendedor, por estar motivado, convicto, entusiasmado e crente nas possibilidades, é capaz de persistir até que as coisas comecem a funcionar adequadamente.

Empreendedorismo não é uma característica intrínseca a alguns indivíduos, por isso, trabalhe para ser um empreendedor.

Empreendedor

Pirâmide do Empreendedorismo

“O empreendedorismo é uma revolução silenciosa, que será para o século XXI mais do que a Revolução Industrial foi, para o século XX” Timmons, 1990


Quem é o profissional de Competitive Intelligence?


O processo de Inteligência Competitiva (IC) está a ganhar cada vez mais relevância nas organizações corporativas, procurando estar à frente dos seus concorrentes, oter informação estratégica de modo apoiar as tomadas de decisão.

IC é interdisciplinar, podendo os seus profissionais, ser de diversas áreas: ecconomia, gestão, jornalismo, administração, marketing, etc. A interdisciplinaridade possibilita a troca de informação e partilha de conhecimento de diversas áreas.

O Profissional de IC precisa, antes de mais, de ser dinâmico, pró-activo, interactivo, comunicativo, responsável e ter gosto pelo trabalho em equipa. Numa sociedade ávida por informação e conhecimento é fundamental que o profissional de IC tenha uma grande vontade de conhecimento e evolução contínua. Deve estar atento às tendências e alterações ao ambiente externo.

A IC é uma faceta de uma revolução da inovação. Estamos numa transição da sociedade industrial para a sociedade da informação. Do marketing de massas para os nichos, marketing social interactivo.

O gosto pela inovação, empreendorismo e visão é algo inerente ao profissional de IC.

Os profissionais de IC devem ter um conjunto de habilidade de forma a executar as várias fases do processo de IC.

Qualidades: persistência, criatividade, boa comunicação oral, capacidade analítica, compreensão da metodologia científica, compreensão dos negócios.

“Ultimately, a hero is a man who argue with Gods, and awakens devils to contest his vision” – Norman Mailer

Competências Técnicas:  Pensamento estratégico, terminologia de negócios, pesquisa de mercado e técnicas de apresentação, conhecimento de fontes primárias de informação e métodos de pesquisa, desenvolvimento de: entrevistas e habilidades de comunicação, capacidade analítica, a familiaridade com a metodologia científica.

“An art can only be learned in the workshop of those who are winning their bread by it” – Samuel Butler

Experiência Profissional: Conhecimento das estruturas de poder corporativo e de tomada de decisão de
processos, conhecimento da indústria; desenvolvimento de habilidades de pesquisa primária capaciade de obesvação e conhecimento do negócio.

“We know more about the motives, habits, and most intimate arcana of the primitive peoples of New Guinea or elsewhere, than we do of the denizens of the executive suites in Unilever House.” – Roy Lewis

Mentoring: persistência, criatividade, pensamento estratégico e terminologia de negócios, habilidades de comunicação e de pesquisa.

 “Mentoring requires special skills, but it does not require hierarchical position.” –  CK Prahalad

Inteligência Competitiva

 


O que as empresas (ou quem as dirige) devem saber…


Não há melhor frase para iniciar este artigo que uma das mais conhecidas de Peter Drucker “A melhor maneira de predizer o futuro é criá-lo”

Espero ajudar, com este a artigo, muitos gestores a criar o novo futuro das suas empresas.

Determinar objectivos e perseverar neles não é fácil, no entanto, é necessário não desviar do caminho.

Acreditar na empresa, acreditar no projecto, acreditar nas pessoas é fundamental para seguir em frente. Não basta ter objectivos… É preciso acreditar neles e agir!

Evitar o confronto directo com a concorrência é essencial (o que não invalida, estar atento). Porquê seguir as tendências do concorrente quando é bem melhor criar as tendências do mercado?!

Definir e perceber o diferencial competitivo relativamente à concorrência permitirá que os clientes percebam o porquê da empresa ser única. Para dar a compreender o que torna a empresa tão especial, é necessário conhecer a concorrência, os seus pontos fortes, pontos fracos, onde se destacam e onde são vulneráveis.

Os líderes devem estar sempre junto e em conjunto com os restantes colaboradores, motivando-os, dando-lhes confiança e imprimindo-lhes o perfil de vencedores. Uma empresa não se faz apenas com o CEO…

Perceber quando abandonar a zona de conforto e segurança é imprescindível  para poder ousar nos objectivos e acções.

As empresas que almejam progredir devem investir contínua e intensamente na capacitação e competência dos seus colaboradores.

Porque é que o Google é uma empresa de sonho para trabalhar? Simplesmente porque infunde um forte espírito de equipa, de colaboração e iniciativa dos colaboradores… É hora de adaptar os bons exemplos!

Por vezes, e de forma a estabilizar ou expandir os negócios são necessárias alianças e parcerias com outras organizações.

Empresas devem ser ágeis no lançamento de novos produtos ou serviços, na implantação de novas políticas, na reestruturação organizacional, no reposicionamento do mercado e na redefinição de objectivos.

INOVAR e CRIAR são as palavras-chave para não ficar para trás.

Mantenha a mente aberta….  É preciso saltar para fora da caixa!!!!!!!

“Convoquei uma reunião hoje com os meus directores sobre a crise e decidimos não participar dela”. – San Walton, fundador do Wal-Mart

Quando se quer é possível….

 

 

 

Sucesso empresarial


Inovar para Competir


Inovar não é opcional! As empresas têm que encarar a inovação como a regra! Pois só assim serão mais competitivas num mercado em que a concorrência é cada vez mais forte. E também ela… Cheia de vontade de criar e inovar.

Inovar é utilizar ideias que ajudam a melhorar a produtividade.
Assim a inovação ajuda a:
  • melhorar a produtividade
  • reduzir os custos
  • ser mais competitivo
  • construir o valor da marca
  • estabelecer novas parcerias e relacionamentos
  • aumentar o volume de negócios e melhorar a rentabilidade

Empresas que não inovam correm o risco de:

  • perder mercado para concorrentes
  • sofrer a queda da produtividade e eficiência
  • perder de pessoal-chave
  • redução gradual das margens e do lucro
  • sair do negócio
“Inovar é fundamental para acompanhar o tempo e não ser devorado rápido por ele.”  Jaime Leitão

Porquê Inteligência Competitiva?


Com as constantes mudanças em que vivemos e, caracterizadas pela hiper-informação e hiper-competição, é necessário adoptar estratégias que permitam a manutenção das vantagens competitivas sustentáveis.
É importante que as empresas e os seus gestores compreendam esta mutação e se queiram adaptar com produtos de maior qualidade, menor custo e cada vez mais personalizados e cada vez mais, ajustados às necessidades dos clientes.
Assim, exige-se que as empresas adoptem uma postura empreendedora e de inovação constante.
A estratégia apenas voltada para o consumidor também não basta para garantir as necessidades da empresa. É necessário estar atento ao ambiente externo (concorrência e novas tecnologias), desta forma, as empresas conseguem identificar ameaças e  antecipar oportunidades. Assim, conseguirão ser competitivas no mercado.
A Inteligência Competitiva, consegue assim ajudar as empresas:
  • Antecipando os movimentos do macro-ambiente, dos concorrentes e das novas tecnologias;
  • Evitando surpresas  através do aviso prévio;
  • Apoiando o processo de tomada de decisão reduzindo o risco do mesmo;
  • Permitindo a avaliação da concorrência e monitorização;
  • Avaliando a inteligência para o planeamento e desenvolvimento de estratégias;
  • Analisando, como peça-chave da recolha, o processo de comunicação.

Criatividade, Invenção e Inovação


Criatividade tem a ver com novas ideias desenvolvidas;

Invenção surge da criatividade e está relacionado com um protótipo desenvolvido com base na ideia ou na combinação de ideias, em que pelo menos uma é nova;

Inovação, segundo a definição da OCDE, é a implementação de uma invenção, um produto bem ou serviço novo ou significativamente melhorado, ou um processo, ou um novo método de marketing, ou um novo método organizacional nas práticas de negócios, na organização do local de trabalho ou nas relações externas.

Dos três conceitos mencionados, o único que, de facto, se traduz em valor acrescentado para as empresas é a inovação, uma vez que, pela sua introdução no ciclo de funcionamento da actividade económica, é passível de ser transaccionada ou de melhorar as transacções.

Criatividade Invenção e Inovação

A inovação é dinamizada pela tecnologia. Sem dúvida que a tecnologia é essencial nestes processos, mas nunca poderemos esquecer que as empresas existem porque, suportadas pela tecnologia, servem um mercado, e é precisamente o mercado que imporá o processo da inovação.

As novas tecnologias e o mercado enquadram o ciclo da inovação, que podemos decompor em 6 fases: a identificação da oportunidade, a ideia, o desenvolvimento, o teste, a introdução no mercado e a difusão da inovação.

New Business

Como já vimos, a inovação está sempre enquadrada no mercado e na tecnologia. Se consideradas em separado, as influências do mercado e da tecnologia poderão conduzir a duas abordagens distintas.

Modelo de inovação dinamizado pela tecnologia

Modelo de inovação dinamizado pelo mercado

Embora a inovação tecnológica tenha um papel importante no desempenho da organização, as inovações não tecnológicas estão a tornar-se cada vez mais importantes. Novas formas de modelos organizacionais, práticas de gestão e métodos de trabalho estão a tornar-se pré-requisitos para a utilização eficaz da tecnologia. Inovação não tecnológica desempenha um papel mais importante, como uma fonte de valor acrescentado e de flexibilidade.


%d bloggers like this: