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Você é avestruz, galinha ou águia?


Inovação

O consultor em estratégia Ricardo Neves falou sobre os caminhos necessários para chegar ao futuro desejável

Tem telemóvel? Foi com esta pergunta, aparentemente banal, que Ricardo Neves começou sua apresentação na palestra.

Há dez anos, esta pergunta faria sentido, pois a popularização do equipamento não era tão grande como atualmente. Por isso, a segunda pergunta de Ricardo foi sobre quem ali tinha um tablet, 30% da plateia respondeu que possuía o aparelho.

As mudanças são rápidas e, prometem ser ainda mais velozes. As empresas ou mesmo as pessoas podem ter três tipos de atitudes, semelhantes a estas aves:

– Avestruz: enterra a cabeça embaixo da terra e resiste às mudanças;

– galinha: não ousa, segue o fluxo. Como dizem, de grão em grão, ela enche o papo, mas, infelizmente, mais cedo ou mais tarde vai para a panela.

– águia: ousada, muda a rota de voo sempre que for necessário, para se adaptar às mudanças.

Algumas empresas já passaram por este processo de transformação. Quem se adaptou e abriu as portas para a era digital não ficou pelo caminho. Ao surgir uma inovação, uma ruptura de antigos processos, há, também, os processos de decadência, estagnação ou ascensão.

Segundo Ricardo Neves, os países que adaptarem as suas políticas públicas à contenção de impostos, à transparência e à qualidade de serviços prestados serão chamados de “Governo 2.0”.

Outro desafio a ser encarado até 2020 é o da sustentabilidade. Procurar métodos de expelir menos CO² pode ser o caminho. Neves apresentou o exemplo da Alemanha, país que tem a meta de até 2021, zerar a utilização de energia nuclear, apostando principalmente na energia solar.

A gestão de conhecimento também fará muita diferença nas empresas que nela investirem nos próximos anos. Quem recrutar e reter bons “cérebros”, que gostam de inovar, terá um grande diferencial nos próximos anos.

Além dos setores da economia sobre os quais aprendemos desde os tempos de escola (terciário, secundário e primário), outros dois já surgiram graças a esta valorização do capital humano: o quinário, que é o da criatividade e propriedade intelectual, e o quaternário, que gere, principalmente, bancos de dados.

Para que uma empresa cresça nesta década promissora, seguem três dicas de Ricardo Neves:

  • Pense fora da caixa: ouça opiniões diferentes, mesmo que elas pareçam loucas, celebre a diversidade.
  • Inove: se utilizar as fórmulas do passado, você pode se estagnar, procure novas formas de se tornar um campeão.
  • Ouse: mesmo que isso represente ter de dizer para o chefe que ele está errado, a empresa pode crescer com sua atitude.
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Os números de 2011


Os duendes de estatísticas do WordPress.com prepararam um relatório para o ano de 2011 deste blog.

Aqui está um excerto:

Um comboio do metropolitano de Nova Iorque transporta 1.200 pessoas. Este blog foi visitado cerca de 5.200 vezes em 2011. Se fosse um comboio, eram precisas 4 viagens para que toda gente o visitasse.

Clique aqui para ver o relatório completo


Bibliografia sobre Inteligência Competitiva


Segue uma série de bibliogafias sobre os temas de Inteligência Competitiva e assuntos relacionados.

Espero ser-vos útil. BOA LEITURA!

 

 

ABIN. História da Inteligência. Disponível em: http://www.abin.gov.br/modules/mastop_publish/?tac=Hist%F3ria_da_Intelig%EAncia.

ABRAIC, 2010. Curso de Analista de Inteligência Competitiva.. Disponível em: http://abraic.webaula.com.br/shopping/. Realizado em janeiro de 2010.

ABRAIC. Perguntas Frequentes sobre Inteligência Competitiva. Disponível em: http://www.abraic.org.br/v2/conteudo.asp?c=12. Acessado em: 20/11/2009.

ACADEMY of Competitive Intelligence. War Games. Disponível em: http://www.academyci.com/InHouse/wargames.html.

ALVO Conhecimento, 2008. Você sabe o que é Data Warehouse?. Disponível em: http://www.alvoconhecimento.com.br/index.php/2008/04/02/voce-sabe-o-que-e-data-warehouse. Acessado em: 07/11/2009

ARANTES, Eliezer da Costa. Gestão Estratégica. Saraiva, 2007.

AZAMBUJA; Crescêncio; Dalfovo, Azambuja e Dias. Gestão do Conhecimento e Inteligência Competitiva. Universidade Regional de Blumenau (FURB).

BAGUETE, 2009. Inteligência Competitiva não é BI e nem Pesquisa. Disponível em: http://www.baguete.com.br/colunasDetalhes.php?id=3173. Acessado em:19/10/09

BARRETO, Julio Cezar Leite da Silva. Definição dos objetivos para um jogo de guerra. Revista da Escola de Guerra Naval.

CANONGIA, M. Santos; Zackiewicz. Foresight, Inteligência Competitiva e Gestão do Conhecimento: Instrumentos Para A Gestão Da Inovação. Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), 2004.

CARVALHO, Gomes de. GESTÃO DO CONHECIMENTO E INTELIGÊNCIA COMPETITIVA: SISTEMAS COMPLEMENTARES.

CASTRO, Davi Rogério da Silva. Modelagem de Processos em Jogos de Guerra. Air & Space, ano 2005.

CHUSSIL, Mark. Business War Games. VOLUME 1 EDIÇÃO 19. 2009. Disponível em: http://www.imakenews.com/scip2/e_article000106073.cfm.

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CLAUSEWITZ, Carl Von. Da Guerra. Martins Fontes, 1996.

CLAVELL, James. A Arte da Guerra, Sun Tzu, 2000.

D’AVENI, Richard A., Hipercompetição Campus, 1994.

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Eiji, Gustavo Kaneto. Teoria dos Jogos e Estratégia Evolutivamente Estável (EEE). 1999. Disponível em: http://www.ib.usp.br/~gkaneto/eee.htm.

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FULD, Leonard. The secret language of Competitive Intelligence. Philip Klotler. Campus. 2007

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GIANNINI, Roberto; Antunes, Adelaide; Borschiver, Suzana; Chaves, Hélia; Gaspar, Anaíza; Pereira, Maria De Nazaré Freitas; Canongia, Claudia. Potencialidades das Ferramentas de Inteligência Competitiva da Gestão do Conhecimento: Tratamento Automático da Informação em Catalisadores para a Indústria de Poliolefinas. Disponível em: http://www.abraic.org.br/V2/periodicos_teses/ic_a35.pdf.

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MENDES, Gilmar de Melo. A Teoria dos Jogos e o “Equilíbrio de Nash”. Disponível em: http://igc.infonet.com.br/imprimir.asp?codigo=6140&catalogo=5&inicio=30.

MENTOR CONSULTING. Capacitação de Analistas de Inteligência de Mercado. 2008.

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MENDES, Antonio, da Silva Filho. Era da Informação. Revista Espaço Acadêmico. Ano 1. n 2. Julho de 2001. Disponível em: http://www.espacoacademico.com.br/002/02col_mendes.htm.

NEVES, José de Souza. A anatomia de um jogo de guerra didático. Revista da Escola de Guerra Naval.

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Wargaming: Fundaments para sua empresa pensar seus concorrentes. Conferência Internacional. São Paulo, 2007.

­­O que é Inteligência Competitiva? Disponível em: http://www.inteligenciacompetitiva.pro.br/index.php?acao=artigos&id=60&pag=1.

8 passos para implantar Inteligência Competitiva na sua empresa. Inteligência Competitiva. Disponível em: http://www.inteligenciacompetitiva.pro.br/?acao=artigos&id=80&pag=1.

Inteligência Competitiva na prática. Disponível em: http://www.inteligenciacompetitiva.pro.br/?acao=artigos&id=76&pag=1.

POMIM, Marta Ligia Valentim. Inteligência Competitiva em Organizações: dado, informação e conhecimento. Revista de Ciência da Informação – v.3  n.4. Disponível em: http://dgz.org.br/ago02/Art_02.htm.

Homem no Fogão e Mulher na Gestão, Alfredo Passos, LCTE

Estratégia Competitiva. Campus, 1989.

SANSON, Rafael; Colatto, Matheus M; Prado, Sergio do; Facin, Rogério. Jogos de Empresas Pesquisa, Visão Teórica de Implementação.

Inteligência Competitiva na Prática, John E. Prescott e Stephen H. Miller, Editora Campus

Inteligência Empresarial – Atacando e Defendendo, Hélio Santiago Vaitsman, Editora Interciência, Ano: 2001

Inteligência Competitiva de Mercado, Rogério Garber, Editora Letras

Espionagem Empresarial, Avi Dvir, Editora Nova Tec (11) 6979-0071

Prospectiva – A Chave para o Planeamento Estratégico, Raul José dos Santos Grumbach

 

 


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