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Inovação para ser Competitivo


As novas e crescentes exigências e os inesperados desafios do mundo atual exigem que se pense de  uma forma diferente.

Assim, a inovação é, hoje, um dos principais fatores que determina a competitividade de setores, países e empresas.

Deve-se entender, porém, que inovação não é algo que ocorre apenas em países desenvolvidos e em indústrias de alta tecnologia. O processo inovativo ocorre, principalmente, quando a empresa domina e implementa o design e a produção de bens e serviços que sejam novos para ela, independente do facto de serem novos ou não para os seus concorrentes. Neste contexto, grande parte das empresas reconhece que a inovação é fundamental para alcançar ou sustentar a competitividade num mercado em acelerada transformação.

 

“Inovação distingue entre um líder e um seguidor”  Steve Jobs

 

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A sua Empresa tem Competitive Intelligence?


A Análise Competitiva da Organização tem qualidade?

O sucesso da empresa no mercado passa pelas atividades de Competitive Intelligence?

Abaixo há um conjunto de questões que permitirão avaliar a capacidade da empresa para recolher, processar, analisar e distribuir informações dentro de um processo de Competitive Intelligence.

Questões:

1
Temos um processo formal de Intelligence (obtenção, processamento, análise e distribuição de informações).
( )Sim ( )Não

2
Temos um bom conhecimento dos produtos e serviços oferecidos pelos concorrentes e como eles os dispõem e distribuem no mercado.
( )Sim ( )Não

3
Conhecemos os nossos concorrentes profundamente: as suas condições financeiras, os seus modelos de negócios, as suas fontes de receita e estrutura de custos.
( )Sim ( )Não

4
Temos um bom conhecimento das capacidades dos concorrentes – o que eles podem e não podem fazer.
( )Sim ( )Não

5
Conhecemos os objetivos e metas dos competidores e quais os mercados que são mais importantes para eles.
( )Sim ( )Não

6
Conhecemos, em detalhe, os planos e estratégias dos concorrentes, fornecedores e clientes.
( )Sim ( )Não

7
Conhecemos as técnicas de raciocínio dos dirigentes e principais executivos dos concorrentes, as suas perceções sobre o mercado e a indústria, o grau de risco que eles aceitam assumir, os objetivos prioritários dos negócios e as suas ambições pessoais.
( )Sim ( )Não

8
Sabemos como os principais concorrentes responderão a situações ou eventos críticos, baseados no conhecimento das suas competências e experiências e no como eles reagiram no passado.
( )Sim ( )Não

9
Regularmente simulamos, utilizando modelos de jogos de empresas, as nossas estratégias vesrsus as estratégias dos concorrentes; representamos a atuação dentro de diferentes cenários prospectivos para avaliar diversos acontecimentos e, então, ajustamos as estratégias e táticas.
( )Sim ( )Não

10
As atividades de Competitive Intelligence são vistas como sendo de suma importância para a tomada de decisões e influenciam significativamente a elaboração das estratégias e planos.
( )Sim ( )Não

11
A alta administração da empresa reconhece a importância das atividades de Competitive Intelligence através da adequada alocação de recursos humanos, materiais e financeiros.
( )Sim ( )Não

12

Estamos atentos a todas as tendências sociais, tecnológicas, de informação, do mercado etc. E conseguimos anteciparmo-nos à concorrência.

( ) Sim ( ) Não
Cada resposta “não” representa um ponto de fraqueza informacional da empresa.

Será desnecessário lembrar que a fraqueza informacional de uma organização, num ambiente competitivo onde o conhecimento representa poder, pode significar a derrota num mercado cada vez mais competitivo.

Competitive Strategy


Como obter poder competitivo de alta qualidade


Os administradores empresariais estão sempre atrás de fórmulas mágicas que ajudem a melhorar as vendas, lucros e poder competitivo. Infelizmente, não há métodos milagrosos.
Alta produtividade e lucratividade exigem apenas esforço mental e trabalho organizado.

As empresas que obtiveram sucesso no seu mercado de atuação, conseguiram-no, basicamente, por três motivos: planearam cuidadosamente as suas atividades, colocaram profissionais qualificados nas posições de comando e utilizaram métodos eficazes para o controlo do desempenho.

Suprir a empresa com gestão profissional é o primeiro passo para o sucesso. O planeamento de novos rumos para a organização exige a contratação de pessoas competentes. Com os atuais gerentes muitas empresas não conseguirão realizar as mudanças necessárias para adaptar-se ao mercado globalizado e enfrentar eficazmente a concorrência. Muitos gestores, por não pensarem estrategicamente, podem causar prejuízos irreversíveis à empresa.

O segundo passo para o sucesso, que só poderá ser realizado se a empresa possuir gestores competentes, é o planeamento estratégico com foco na missão organizacional, valores culturais e estratégias funcionais. Com o uso de métodos de Planeamento Estratégico Continuado, cujo objetivo é manter a empresa permanentemente adaptada às mudanças, os gestores, de qualquer organização, podem ser preparados para pensar estrategicamente e solucionar problemas críticos com maior rapidez e eficácia.

O terceiro fator para o sucesso, que complementa os anteriores, é representado pelo uso de sistemas de inteligência. Os gestores devem contar com um sistema adequado de prospeção estratégica, sistemático e organizado, que permita uma melhor avaliação da conjuntura e a elaboração de cenários prospetivos mais realistas, possibilitando realizar ações estratégicas mais eficientes.

Gestão competente, planeamento estratégico eficiente e sistemas de inteligência empresarial formam um conjunto inseparável. Um elemento não funciona sem o outro. O planeamento não pode ser eficaz se não for executado por gestores competentes; gestores não conseguem tomar decisões corretas se não contarem com o apoio de um sistema de informações eficaz.

O uso destes ingredientes não é privilégio exclusivo das grandes empresas. Podem ser utilizados por qualquer organização que deseje ter poder competitivo para destacar-se no mercado e superar os três grandes atuais desafios das empresas: evolução de gestão, evolução organizacional e evolução mercadológica.

 

Estratégia


Bibliografia sobre Inteligência Competitiva


Segue uma série de bibliogafias sobre os temas de Inteligência Competitiva e assuntos relacionados.

Espero ser-vos útil. BOA LEITURA!

 

 

ABIN. História da Inteligência. Disponível em: http://www.abin.gov.br/modules/mastop_publish/?tac=Hist%F3ria_da_Intelig%EAncia.

ABRAIC, 2010. Curso de Analista de Inteligência Competitiva.. Disponível em: http://abraic.webaula.com.br/shopping/. Realizado em janeiro de 2010.

ABRAIC. Perguntas Frequentes sobre Inteligência Competitiva. Disponível em: http://www.abraic.org.br/v2/conteudo.asp?c=12. Acessado em: 20/11/2009.

ACADEMY of Competitive Intelligence. War Games. Disponível em: http://www.academyci.com/InHouse/wargames.html.

ALVO Conhecimento, 2008. Você sabe o que é Data Warehouse?. Disponível em: http://www.alvoconhecimento.com.br/index.php/2008/04/02/voce-sabe-o-que-e-data-warehouse. Acessado em: 07/11/2009

ARANTES, Eliezer da Costa. Gestão Estratégica. Saraiva, 2007.

AZAMBUJA; Crescêncio; Dalfovo, Azambuja e Dias. Gestão do Conhecimento e Inteligência Competitiva. Universidade Regional de Blumenau (FURB).

BAGUETE, 2009. Inteligência Competitiva não é BI e nem Pesquisa. Disponível em: http://www.baguete.com.br/colunasDetalhes.php?id=3173. Acessado em:19/10/09

BARRETO, Julio Cezar Leite da Silva. Definição dos objetivos para um jogo de guerra. Revista da Escola de Guerra Naval.

CANONGIA, M. Santos; Zackiewicz. Foresight, Inteligência Competitiva e Gestão do Conhecimento: Instrumentos Para A Gestão Da Inovação. Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), 2004.

CARVALHO, Gomes de. GESTÃO DO CONHECIMENTO E INTELIGÊNCIA COMPETITIVA: SISTEMAS COMPLEMENTARES.

CASTRO, Davi Rogério da Silva. Modelagem de Processos em Jogos de Guerra. Air & Space, ano 2005.

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CASTELLS, Manuel. Sociedade em Redes, 2007.

CLAUSEWITZ, Carl Von. Da Guerra. Martins Fontes, 1996.

CLAVELL, James. A Arte da Guerra, Sun Tzu, 2000.

D’AVENI, Richard A., Hipercompetição Campus, 1994.

DAMINIANI, Wagner Bronze. Gestão de dados: um Levantamento de seu Estado-da-Arte.  Administração de São Paulo da Fundação Getulio Vargas Disponível em: http://www.damiani.net/gestaodedados.pdf.

Eiji, Gustavo Kaneto. Teoria dos Jogos e Estratégia Evolutivamente Estável (EEE). 1999. Disponível em: http://www.ib.usp.br/~gkaneto/eee.htm.

FERNANDES, Fausto. 2009. BI otimiza processos de vendas da Coca-Cola. Disponível em: http://www.metaanalise.com.br/inteligenciademercado/content/view/2413/49.

TAVARES, Mario Luiz Ferreira. Definição de estratégia. 2009. Disponível em: http://www.administradores.com.br/artigos/conceito_de_estrategia/28357/.

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FULD, Leonard. The secret language of Competitive Intelligence. Philip Klotler. Campus. 2007

O quebra-cabeça da concorrência na era da internet. HSM Management, 2007. Disponível em: http://br.hsmglobal.com/adjuntos/14/documentos/000/061/0000061735.pdf.

­­Armas para a Guerra. Special Management Program. Disponível em: http://proalexandre.googlepages.com/HSM_InteligenciaCompetitiva_Armasparaaguerra.doc.

GIANNINI, Roberto; Antunes, Adelaide; Borschiver, Suzana; Chaves, Hélia; Gaspar, Anaíza; Pereira, Maria De Nazaré Freitas; Canongia, Claudia. Potencialidades das Ferramentas de Inteligência Competitiva da Gestão do Conhecimento: Tratamento Automático da Informação em Catalisadores para a Indústria de Poliolefinas. Disponível em: http://www.abraic.org.br/V2/periodicos_teses/ic_a35.pdf.

Global Internet Audience Surpasses 1 Billion Visitors. Disponível em: http://www.comscore.com/Press_Events/Press_Releases/2009/1/Global_Internet_Audience_1_Billion.

INTER-PONTA. Como surgiu a internet. Disponível em: http://www.interponta.com.br/~tutorial/suporte/comosuriguainternet.htm.

JOHNSON, Erik. What is Competitive Intelligence?. Disponível em: http://www.aurorawdc.com/arj_cics_whatisci.htm.

MARQUES, Luciana. O processo de implementação do modelo de inteligência competitiva. Conferência Internacional. São Paulo, 2007.

Marques, Guilherme de Azevedo; Sabóia, Gustavo Fontenele e Silva; Fernandes, Henrique Carvalho e Ferreira, Jorge da Silva. Dissuasão de Entrada, Teoria dos Jogos e Michel Porter – Convergências Teóricas, Diferenças e Aplicações à Administração Estratégicas. PUC – Rio. Disponível em: http://www.guilhermeazevedo.com/public/dissuacaodeentr.PDF.

MENDES, Gilmar de Melo. A Teoria dos Jogos e o “Equilíbrio de Nash”. Disponível em: http://igc.infonet.com.br/imprimir.asp?codigo=6140&catalogo=5&inicio=30.

MENTOR CONSULTING. Capacitação de Analistas de Inteligência de Mercado. 2008.

METAANALISE, 2009. BI da IBM beneficia estratégias da FEMSA, Cyrela e Banco Bonsucesso. Disponível em: http://www.metaanalise.com.br/inteligenciademercado/palavra-aberta/melhores-praticas/bi-da-ibm-beneficia-estrat-gias-da-femsa-cyrela-e-banco-bonsucesso.html.

MENDES, Antonio, da Silva Filho. Era da Informação. Revista Espaço Acadêmico. Ano 1. n 2. Julho de 2001. Disponível em: http://www.espacoacademico.com.br/002/02col_mendes.htm.

NEVES, José de Souza. A anatomia de um jogo de guerra didático. Revista da Escola de Guerra Naval.

Net Saber. Biografias. Henry Ford. Disponível em: http://www.netsaber.com.br/biografias/ver_biografia_c_369.html.

ORNELAS, Ana Carolina. War Games., 2007. IC News, Anos I, n. 05. ABRAIC.

Wargaming: Fundaments para sua empresa pensar seus concorrentes. Conferência Internacional. São Paulo, 2007.

­­O que é Inteligência Competitiva? Disponível em: http://www.inteligenciacompetitiva.pro.br/index.php?acao=artigos&id=60&pag=1.

8 passos para implantar Inteligência Competitiva na sua empresa. Inteligência Competitiva. Disponível em: http://www.inteligenciacompetitiva.pro.br/?acao=artigos&id=80&pag=1.

Inteligência Competitiva na prática. Disponível em: http://www.inteligenciacompetitiva.pro.br/?acao=artigos&id=76&pag=1.

POMIM, Marta Ligia Valentim. Inteligência Competitiva em Organizações: dado, informação e conhecimento. Revista de Ciência da Informação – v.3  n.4. Disponível em: http://dgz.org.br/ago02/Art_02.htm.

Homem no Fogão e Mulher na Gestão, Alfredo Passos, LCTE

Estratégia Competitiva. Campus, 1989.

SANSON, Rafael; Colatto, Matheus M; Prado, Sergio do; Facin, Rogério. Jogos de Empresas Pesquisa, Visão Teórica de Implementação.

Inteligência Competitiva na Prática, John E. Prescott e Stephen H. Miller, Editora Campus

Inteligência Empresarial – Atacando e Defendendo, Hélio Santiago Vaitsman, Editora Interciência, Ano: 2001

Inteligência Competitiva de Mercado, Rogério Garber, Editora Letras

Espionagem Empresarial, Avi Dvir, Editora Nova Tec (11) 6979-0071

Prospectiva – A Chave para o Planeamento Estratégico, Raul José dos Santos Grumbach

 

 


Inovar para Competir


Inovar não é opcional! As empresas têm que encarar a inovação como a regra! Pois só assim serão mais competitivas num mercado em que a concorrência é cada vez mais forte. E também ela… Cheia de vontade de criar e inovar.

Inovar é utilizar ideias que ajudam a melhorar a produtividade.
Assim a inovação ajuda a:
  • melhorar a produtividade
  • reduzir os custos
  • ser mais competitivo
  • construir o valor da marca
  • estabelecer novas parcerias e relacionamentos
  • aumentar o volume de negócios e melhorar a rentabilidade

Empresas que não inovam correm o risco de:

  • perder mercado para concorrentes
  • sofrer a queda da produtividade e eficiência
  • perder de pessoal-chave
  • redução gradual das margens e do lucro
  • sair do negócio
“Inovar é fundamental para acompanhar o tempo e não ser devorado rápido por ele.”  Jaime Leitão

O desafio da Inteligência Competitiva


É mais do que nunca actual o papel que a “inteligência competitiva” tem nas organizações do futuro. Trata-se de uma nova plataforma de articulação entre os diferentes actores, destinada conhecer as “competências centrais” da sociedade e qualificá-las duma forma estruturante como vias únicas de criação de valor e consolidação da diferença. Para Portugal a oportunidade é única também. Impõe-se, de facto, um sentido de “inteligência competitiva” num tempo novo que se quer para o país. 

Para Portugal a essência desta nova “inteligência competitiva” tem que se centrar num conjunto de novas “ideias de convergência”, a partir das quais se ponham em contacto permanente todos os que têm uma agenda de renovação do futuro. Importa acelerar uma cultura empreendedora em Portugal. A matriz comportamental da “população socialmente activa” do nosso país é avessa ao risco, à aposta na inovação e à partilha de uma cultura de dinâmica positiva. Importa por isso mobilizar as Capacidades Positivas de Criação de Riqueza. Fazer do Empreendedorismo a alavanca duma nova criação de valor que conte no mercado global dos produtos e serviços verdadeiramente transaccionáveis. 

Na sociedade da “inteligência competitiva”, a falta de rigor e organização nos processos e nas decisões, sem respeito pelos factores “tempo” e “qualidade” já não é tolerável nos novos tempos globais. Não se poderá a pretexto de uma “lógica secular latina” mais admitir o não cumprimento dos horários, dos cronogramas e dos objectivos. Não cumprir este paradigma é sinónimo de ineficácia e de incapacidade estrutural de poder vir a ser melhor. Importa por isso uma cultura estruturada de dimensão organizacional aplicada de forma sistémica aos actores da sociedade civil. Há que fazer da “capacidade organizacional” o elemento qualificador da “capacidade mobilizadora”.

Pretende-se também um Portugal de “inteligência competitiva” mais equilibrado do ponto de vista de coesão social e territorial. A crescente (e excessiva) metropolização do país torna o diagnóstico ainda mais grave. A desertificação do interior, a incapacidade das cidades médias de protagonizarem uma atitude de catalisação de mudança, de fixação de competências, de atracção de investimento empresarial, são realidades marcantes que confirmam a ausência duma lógica estratégica consistente. Não se pode conceber uma aposta na competitividade estratégica do país sem entender e atender à coesão territorial, sendo por isso decisivo o sentido das efectivas apostas de desenvolvimento regional de consolidação de “clusters de conhecimento” sustentados.

Autor : Francisco Jaime Quesado em Grande Porto Online

IC e Economia do Conhecimento


A inteligência competitiva (IC) é um componente crucial da emergente economia do conhecimento. Ao analisar os passos dos seus concorrentes, a IC permite que as empresas se antecipem em futuras direcções e tendências do mercado, ao invés de simplesmente reagir a elas.

Inteligência Competitiva, é um programa sistemático e ético para recolha, análise e gestão de informações externas que podem afectar os planos, decisões e operações da empresa.

Explicado de outra maneira, IC é o processo de aprimoramento de competitividade no mercado por meio de um mais amplo entendimento – e, mesmo assim, inequivocamente ético – dos competidores de uma empresa e do ambiente competitivo.

Especificamente, IC caracteriza-se pela recolha e análise legais de informações a respeito das capacidades, vulnerabilidades e intenções de competidores no mundo dos negócios. Tanto a recolha como a análise são conduzidas com o uso de bases de dados e outras “fontes abertas” e por meio da investigação ética. Os profissionais de IC actuam em programas para pequenas e grandes companhias, oferecendo às suas direcções alertas precoces de mudanças na paisagem competitiva.


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