Category Archives: Michael Porter

2013 in review


The WordPress.com stats helper monkeys prepared a 2013 annual report for this blog.

Here’s an excerpt:

A San Francisco cable car holds 60 people. This blog was viewed about 2,900 times in 2013. If it were a cable car, it would take about 48 trips to carry that many people.

Click here to see the complete report.

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Os números de 2011


Os duendes de estatísticas do WordPress.com prepararam um relatório para o ano de 2011 deste blog.

Aqui está um excerto:

Um comboio do metropolitano de Nova Iorque transporta 1.200 pessoas. Este blog foi visitado cerca de 5.200 vezes em 2011. Se fosse um comboio, eram precisas 4 viagens para que toda gente o visitasse.

Clique aqui para ver o relatório completo


Bibliografia sobre Inteligência Competitiva


Segue uma série de bibliogafias sobre os temas de Inteligência Competitiva e assuntos relacionados.

Espero ser-vos útil. BOA LEITURA!

 

 

ABIN. História da Inteligência. Disponível em: http://www.abin.gov.br/modules/mastop_publish/?tac=Hist%F3ria_da_Intelig%EAncia.

ABRAIC, 2010. Curso de Analista de Inteligência Competitiva.. Disponível em: http://abraic.webaula.com.br/shopping/. Realizado em janeiro de 2010.

ABRAIC. Perguntas Frequentes sobre Inteligência Competitiva. Disponível em: http://www.abraic.org.br/v2/conteudo.asp?c=12. Acessado em: 20/11/2009.

ACADEMY of Competitive Intelligence. War Games. Disponível em: http://www.academyci.com/InHouse/wargames.html.

ALVO Conhecimento, 2008. Você sabe o que é Data Warehouse?. Disponível em: http://www.alvoconhecimento.com.br/index.php/2008/04/02/voce-sabe-o-que-e-data-warehouse. Acessado em: 07/11/2009

ARANTES, Eliezer da Costa. Gestão Estratégica. Saraiva, 2007.

AZAMBUJA; Crescêncio; Dalfovo, Azambuja e Dias. Gestão do Conhecimento e Inteligência Competitiva. Universidade Regional de Blumenau (FURB).

BAGUETE, 2009. Inteligência Competitiva não é BI e nem Pesquisa. Disponível em: http://www.baguete.com.br/colunasDetalhes.php?id=3173. Acessado em:19/10/09

BARRETO, Julio Cezar Leite da Silva. Definição dos objetivos para um jogo de guerra. Revista da Escola de Guerra Naval.

CANONGIA, M. Santos; Zackiewicz. Foresight, Inteligência Competitiva e Gestão do Conhecimento: Instrumentos Para A Gestão Da Inovação. Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), 2004.

CARVALHO, Gomes de. GESTÃO DO CONHECIMENTO E INTELIGÊNCIA COMPETITIVA: SISTEMAS COMPLEMENTARES.

CASTRO, Davi Rogério da Silva. Modelagem de Processos em Jogos de Guerra. Air & Space, ano 2005.

CHUSSIL, Mark. Business War Games. VOLUME 1 EDIÇÃO 19. 2009. Disponível em: http://www.imakenews.com/scip2/e_article000106073.cfm.

CASTELLS, Manuel. Sociedade em Redes, 2007.

CLAUSEWITZ, Carl Von. Da Guerra. Martins Fontes, 1996.

CLAVELL, James. A Arte da Guerra, Sun Tzu, 2000.

D’AVENI, Richard A., Hipercompetição Campus, 1994.

DAMINIANI, Wagner Bronze. Gestão de dados: um Levantamento de seu Estado-da-Arte.  Administração de São Paulo da Fundação Getulio Vargas Disponível em: http://www.damiani.net/gestaodedados.pdf.

Eiji, Gustavo Kaneto. Teoria dos Jogos e Estratégia Evolutivamente Estável (EEE). 1999. Disponível em: http://www.ib.usp.br/~gkaneto/eee.htm.

FERNANDES, Fausto. 2009. BI otimiza processos de vendas da Coca-Cola. Disponível em: http://www.metaanalise.com.br/inteligenciademercado/content/view/2413/49.

TAVARES, Mario Luiz Ferreira. Definição de estratégia. 2009. Disponível em: http://www.administradores.com.br/artigos/conceito_de_estrategia/28357/.

FAÇA diferente, 2009. Sistema de Inteligência Competitiva ganha versão 2.0. Disponível em: http://www.facadiferente.sebrae.com.br/2009/06/26/sebraesc-lanca-versao-20-de-sistema-de-inteligencia/.

FULD & Company. What Competitive Intelligence is and is not!. Disponível em: http://www.fuld.com.

FULD, Leonard. The secret language of Competitive Intelligence. Philip Klotler. Campus. 2007

O quebra-cabeça da concorrência na era da internet. HSM Management, 2007. Disponível em: http://br.hsmglobal.com/adjuntos/14/documentos/000/061/0000061735.pdf.

­­Armas para a Guerra. Special Management Program. Disponível em: http://proalexandre.googlepages.com/HSM_InteligenciaCompetitiva_Armasparaaguerra.doc.

GIANNINI, Roberto; Antunes, Adelaide; Borschiver, Suzana; Chaves, Hélia; Gaspar, Anaíza; Pereira, Maria De Nazaré Freitas; Canongia, Claudia. Potencialidades das Ferramentas de Inteligência Competitiva da Gestão do Conhecimento: Tratamento Automático da Informação em Catalisadores para a Indústria de Poliolefinas. Disponível em: http://www.abraic.org.br/V2/periodicos_teses/ic_a35.pdf.

Global Internet Audience Surpasses 1 Billion Visitors. Disponível em: http://www.comscore.com/Press_Events/Press_Releases/2009/1/Global_Internet_Audience_1_Billion.

INTER-PONTA. Como surgiu a internet. Disponível em: http://www.interponta.com.br/~tutorial/suporte/comosuriguainternet.htm.

JOHNSON, Erik. What is Competitive Intelligence?. Disponível em: http://www.aurorawdc.com/arj_cics_whatisci.htm.

MARQUES, Luciana. O processo de implementação do modelo de inteligência competitiva. Conferência Internacional. São Paulo, 2007.

Marques, Guilherme de Azevedo; Sabóia, Gustavo Fontenele e Silva; Fernandes, Henrique Carvalho e Ferreira, Jorge da Silva. Dissuasão de Entrada, Teoria dos Jogos e Michel Porter – Convergências Teóricas, Diferenças e Aplicações à Administração Estratégicas. PUC – Rio. Disponível em: http://www.guilhermeazevedo.com/public/dissuacaodeentr.PDF.

MENDES, Gilmar de Melo. A Teoria dos Jogos e o “Equilíbrio de Nash”. Disponível em: http://igc.infonet.com.br/imprimir.asp?codigo=6140&catalogo=5&inicio=30.

MENTOR CONSULTING. Capacitação de Analistas de Inteligência de Mercado. 2008.

METAANALISE, 2009. BI da IBM beneficia estratégias da FEMSA, Cyrela e Banco Bonsucesso. Disponível em: http://www.metaanalise.com.br/inteligenciademercado/palavra-aberta/melhores-praticas/bi-da-ibm-beneficia-estrat-gias-da-femsa-cyrela-e-banco-bonsucesso.html.

MENDES, Antonio, da Silva Filho. Era da Informação. Revista Espaço Acadêmico. Ano 1. n 2. Julho de 2001. Disponível em: http://www.espacoacademico.com.br/002/02col_mendes.htm.

NEVES, José de Souza. A anatomia de um jogo de guerra didático. Revista da Escola de Guerra Naval.

Net Saber. Biografias. Henry Ford. Disponível em: http://www.netsaber.com.br/biografias/ver_biografia_c_369.html.

ORNELAS, Ana Carolina. War Games., 2007. IC News, Anos I, n. 05. ABRAIC.

Wargaming: Fundaments para sua empresa pensar seus concorrentes. Conferência Internacional. São Paulo, 2007.

­­O que é Inteligência Competitiva? Disponível em: http://www.inteligenciacompetitiva.pro.br/index.php?acao=artigos&id=60&pag=1.

8 passos para implantar Inteligência Competitiva na sua empresa. Inteligência Competitiva. Disponível em: http://www.inteligenciacompetitiva.pro.br/?acao=artigos&id=80&pag=1.

Inteligência Competitiva na prática. Disponível em: http://www.inteligenciacompetitiva.pro.br/?acao=artigos&id=76&pag=1.

POMIM, Marta Ligia Valentim. Inteligência Competitiva em Organizações: dado, informação e conhecimento. Revista de Ciência da Informação – v.3  n.4. Disponível em: http://dgz.org.br/ago02/Art_02.htm.

Homem no Fogão e Mulher na Gestão, Alfredo Passos, LCTE

Estratégia Competitiva. Campus, 1989.

SANSON, Rafael; Colatto, Matheus M; Prado, Sergio do; Facin, Rogério. Jogos de Empresas Pesquisa, Visão Teórica de Implementação.

Inteligência Competitiva na Prática, John E. Prescott e Stephen H. Miller, Editora Campus

Inteligência Empresarial – Atacando e Defendendo, Hélio Santiago Vaitsman, Editora Interciência, Ano: 2001

Inteligência Competitiva de Mercado, Rogério Garber, Editora Letras

Espionagem Empresarial, Avi Dvir, Editora Nova Tec (11) 6979-0071

Prospectiva – A Chave para o Planeamento Estratégico, Raul José dos Santos Grumbach

 

 


Modelo das Cinco Forças de Porter


O Modelo das Cinco Forças desenvolvido por Michael Porter constitui uma boa opção para o estudo da envolvente externa uma vez que procura avaliar a atractividade de determinado sector. Segundo este modelo, a atractividade de um sector é medida pela ameaça de entrada de novos concorrentes, pelo poder negocial dos fornecedores, pelo poder negocial dos clientes, pela pressão dos produtos substitutos e pela rivalidade existente no sector. É o conjunto destas forças que determina o potencial de lucro.


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